SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Deputados voltam a discutir PEC que pode vetar aborto em caso de estupro


Continua nesta terça-feira, 21, na Câmara Federal, a discussão sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pode proibir o aborto em qualquer circunstância no Brasil. A PEC 181 propõe incluir na Constituição “a garantia do direito à vida desde a concepção”.
Na prática, se levado a votação e aprovado pelo Congresso, o projeto deve criminalizar até mesmo as três possibilidades de aborto hoje permitidas legalmente no País: casos de estupro, anencefalia (feto com má formação cerebral) ou risco à vida da gestante.
Com 18 votos favoráveis, exclusivamente masculinos, o texto-base da PEC foi aprovado no último dia 8, depois de mais de quatro horas de reunião e diversas tentativas de adiamento da votação por parlamentares contrários. Destaques ao projeto – que podem alterar pontos do texto – devem ser discutidos e votados no encontro desta terça.
Por Robson Pires

Pesquisadores da UFMG testam vacina contra a cocaína


Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) testam uma vacina que tem se mostrado capaz de criar anticorpos contra a cocaína e bloquear os efeitos da droga. O principal objetivo é auxiliar no tratamento de dependentes químicos. Os pesquisadores desenvolveram em laboratório uma molécula que se liga à droga, tornando-a identificável pelo sistema imunológico.
“Na verdade, a cocaína não é identificada pelo nosso sistema imune porque ela é uma molécula muito pequena. Então, a gente precisa ligar moléculas grandes para o sistema imune ‘olhar’ para a cocaína e ‘falar’ assim: ‘você não é bem-vinda aqui’. O que esta molécula faz é tornar a cocaína uma molécula pouco bem-vinda no organismo”, explicou o pesquisador Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
A partir daí, as células de defesa do organismo entram em ação. “E aí, nossos glóbulos brancos passam a produzir anticorpos contra a cocaína. Então, toda vez que a cocaína entra na corrente sanguínea, estes anticorpos se ligam à cocaína e não se desligam. E, aí, impedem que ela entre numa barreira protetora do cérebro”, completou. Dessa forma, o usuário deixa de ter os efeitos da droga.
Fonte: UFMG

Prazo para renovação de contratos do FIES é prorrogado para 30 de novembro

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Originalmente, o prazo terminava, nesta segunda-feira, 20, e foi estendido por mais 10 dias. De acordo com o Ministério da Educação, esta é a última prorrogação do prazo e chance dos interessados em continuar com o financiamento.
Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 21, trará a publicação da portaria que oficializa a prorrogação do prazo.
Segundo o Ministério da Educação, do total de 1,28 milhões de contratos previstos para este semestre, 1.067.568 alunos já haviam feito o aditamento até a última sexta-feira. Isso representa 83% do montante oferecido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
A renovação é feita semestralmente, com as universidades fazendo o pedido inicial de prorrogação e em seguida, os estudantes confirmando as informações que as instituições inseriram no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).
Robson Pires

EDUARDO VASCONCELOS PRESIDENTE DO CPC - RN CONCEDE ENTREVISTA NA RÁDIO CURIMATAÚ

Hoje (20) pela manhã, o presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, EDUARDO VASCONCELOS esteve no Programa "CONEXÃO JOVEM", transmitido diariamente pelas ondas da Rádio FM Curimataú - Nova Cruz/RN, na coordenação do radialista, IGOR FERNANDES.

Cujo objetivo foi para falar sobre o dia da Consciência Negra, comemorada em todo o país, hoje, 20 de novembro.  Eduardo Vasconcelos primeiro agradeceu o espaço e passou os informes sobre a realização do 8º Encontro Estadual da CONSCIÊNCIA NEGRA, que ocorreu na última sexta-feira (17) no auditório do IFRN - Nova Cruz e em seguida falou sobre a importância do dia de hoje (20 de novembro), do patrono Zumbi do Palmares e do Projeto de Lei que se encontra na Câmara dos Deputados para ser votado, projeto esse que transforma o dia 20 de novembro feriado nacional da Consciência Negra.

Reconhecendo os méritos das lutas dos negros que lutaram e muitos morreram pela liberdade e contra a escravidão no Brasil, a exemplo de ZUMBI!

Igor Fernandes endossou a luta e Eduardo Vasconcelos reforçou a necessidade de estarmos juntos nesta luta contra qualquer tipo de discriminação, intolerância e preconceito. Finalizou, Eduardo.

domingo, 19 de novembro de 2017

O EQUÍVOCO DO MOVIMENTO FEMINISTA


"O valor é masculino, branco e ocidental"
(Roswitha Scholz, publicista alemã)

O movimento feminista teve e tem como bandeira referencial de sua luta o combate à discriminação da mulher pelo homem, como se esta questão estivesse preponderantemente circunscrita apenas a uma postura machista patriarcal consciente (que, contudo, existe).

Tal movimento está inserido na imanência capitalista, assim como todos os demais movimentos reivindicadores de direitos dentro da modernização capitalista. E passou a reivindicar historicamente as pretensas vantagens do macho (dizemos pretensas por se situarem existencialmente no invólucro segregacionista da forma-valor, estando, portanto, por ele contaminadas e depauperadas) como pretenso modo de obtenção de sua emancipação.    

A luta feminista se traduziu (e se traduz, até aqui) em maiores oportunidades de emprego para mulheres na atividade produtora de mercadorias; salário igual para o mesmo tipo de trabalho; participação em igualdade de condições na esfera política; combate à violência contra si; enfim, igualdade de tratamento conferido aos homens, estes últimos também vítimas da segregação social que a todos atinge, ainda que de modo heterogêneo. 

Tal foco reivindicatório, por mais legítimo que pareça ser, carece de consistência emancipatória, limitando-se à mendicância de direitos dos servos do trabalho abstrato (homens e mulheres produtores de valor) aos senhores do capital, ratificando o dito cujo ao invés de negá-lo. Assim, ainda que parte das reivindicações seja justa, elas não têm nada de consistente e definitivamente emancipatórias.
Este enfoque imanente à forma-valor torna inevitável uma disputa nefasta por hegemonia entre homens e mulheres. O capital mantém os indivíduos sociais em permanente oposição (ora explícita, ora dissimulada) aos outros indivíduos sociais, dividindo-os para reinar sobre todos eles. Isto se dá tanto no mercado de trabalho quanto na vida social e privada, como se fossem indivíduos ontologicamente antagônicos e destinados ao eterno conflito de interesses.
Foi graças à solidariedade grupal e ao sentimento gregário que nossos ancestrais longínquos sobreviveram a animais maiores e mais fortes do que eles, garantindo a sobrevivência da espécie. A socialização pela forma-valor representa uma violência à natureza humana e gera distorções como o pretenso e fratricida antagonismo homem/mulher. 

Ao patriarcado assumido das sociedades pré-capitalistas sucedeu o patriarcado velado do moderno sistema produtor de mercadorias em esferas separadas, em que ao homem foi reservado o papel de reprodução do valor por meio do trabalho abstrato, sua substância; e à mulher, as tarefas de reprodução da força de trabalho pela afetividade, maternidade, gerenciamento das tarefas domésticas, etc. 

Tal lógica faz com que o papel do homem prepondere sobre o da mulher, pois ao sistema produtor de mercadoria interessa sobretudo a reprodução do valor e não da vida, da qual faz uso oportunista e descartável (como ocorre agora com o ser humano, que, por haver-se tornado supérfluo na reprodução do valor, já que a tecnologia de produção microeletrônica o substitui com vantagem, está sendo condenado à morte). 

A negatividade contida na relação social forma-valor, sujeito autômato das sociedades mercantis, transforma tanto os homens como as mulheres em seus vassalos submissos, que apenas servem à realização do seu vazio fim em si. 

Agora o sistema produtor de mercadorias, como consequência de suas contradições internas, está no limite de sua capacidade auto-reprodutiva; isto aguça a crise da dissociação de gênero por ele mesmo provocada. 

Mais do que nunca os movimentos sociais, inclusive o feminista, devem pugnar pela superação da forma-valor, desobstruindo o caminho para o estabelecimento de uma relação vital, complementar e solidária entre homens e mulheres.   

O MUNDO DO MACHO ACABOU!

A moderna sociedade patriarcal produtora de mercadorias, enquanto modo fetichista de relação social, entrou em disfunção existencial e já não consegue ser nem precariamente eficaz como era no passado. 

Outrora, logrou desenvolver-se e manter-se dominante graças à violência (guerras, repressão militar); à exclusão social (ilhas de prosperidade e oceanos de miséria); e à segregação da mulher, à qual foi reservado um papel socialmente secundarizado e sub-repticiamente sacralizado de reprodução da vida como rainha do lar

Naquele contexto, o movimento feminista, juntamente com tantos outros movimentos de esquerda, sem o saber, sem o querer (ou, em alguns casos, conscientemente), reafirmou a forma-valor no seu invólucro do capital, seja no formato político liberal (democracias burguesas), seja no estatal (socialismo real). 

Agora, o mundo do valor (do macho) entra em acelerado e profundo processo de disfunção social, face à sua dessubstancialização pelo desuso substancial do trabalho abstrato na produção de mercadorias. 

Trata-se de um fato social que gera incapacidade reprodutiva de valor e tem, como uma de suas consequências, a de tornar evidente a falta de sentido contestatório das reivindicações de direitos imanentes a tal lógica destrutiva. 

Ditas reivindicações, por seu atendimento haver se tornado impossível graças à crise do capital (que, no mundo inteiro, cancela os direitos outrora concedidos), podem e devem ser feitas no sentido da afirmação da necessidade de ruptura com as categorias capitalistas fundantes: trabalho abstrato, dinheiro, mercadoria, mercado, estado, política, socialismo, democracia. Só assim, sob outra forma de relação social, poderão doravante ser atendidas. 

Faz-se necessária, neste sentido, um claro discernimento do que deve ser feito para a superação do eterno antagonismo homem/mulher (como, de resto, os remanescentes entre todos os indivíduos sociais  que foram tornados adversários entre si) engendrado pelo sistema produtor de mercadorias e suas categorias funcionais e institucionais. 
Angela Davis: mulheres deveriam combater também o capitalismo
 Além das acima referidas, são reivindicações históricas do movimento feminista:
Angela Davis: mulheres deveriam combater também o capitalismo

— o direito ao voto; 
— maior espeço na política; 
— espaço de ascensão funcional na vida pública e privada; 
— salário igual para idênticas tarefas profissionais; 
— reconhecimento dos direitos patrimoniais no casamento; 
— igualdade de tratamento no direito civil, etc.

Estas e outras reivindicações imanentes à lógica do valor evidenciam agora, com maior nitidez, seu anacronismo enquanto bandeiras contestatórias (que outrora foram, em boa parte, justas) e se tornam obsoletas juntamente com aquilo que lhe é subjacente: a sociedade do valor!           
A sociedade do valor, que é a sociedade do macho por excelência, sucumbe atualmente pelos seus próprios fundamentos contraditórios, e com ela sucumbe, também, o mundo do macho. 

Assim, já não cabe à mulher reivindicar direitos do macho e  reproduzir a sua dominação negativa substituindo-o nesse odioso papel, mas negar o próprio poder social de um gênero sobre o outro, superando radicalmente todos os construtos sociais do capital por uma nova forma de relação social, omnidimensional
PoDalton Rosado

Neste deprimente período de avanço do pensamento conservador, uma suicida e ditatorial fuga pra frente, cabe ao movimento feminista, como aos demais movimentos sociais, tomar as praças e ruas com suas bandeiras emancipacionistas, que devem consistir na negação de todos os construtos do capital.


Diante da perspectiva do medo, não se deve ter medo de nada!


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Que venha o bisturi!

Por Robson Pires

" É preciso que o nosso POVO tenha consciência e reflexão para não cair no CONTO DO VIGÁRIO! Acredito eu, que nem todos os "políticos" são desonestos, se procurarmos analisarmos com cautela, enxergaremos que são poucos, mas existe sim. POLÍTICOS DE VERDADE!

Mas devemos começar a chamar a responsabilidade para nós, pois quem os coloca lá, SOMOS NÓS! Vender-se pelo tijolo, telha, dentadura, remédios, etc, etc é juntamos a esses "políticos" e que depois de eleitos vão tentar recuperar o que "gastaram", com juros e correção monetária. Pensem nisso!  Teremos 3 longos meses para analisarmos os candidatos, portanto se raciocinarmos com certeza escolheremos um Congresso Nacional mudado e portanto renovará as nossas esperanças por um BRASIL MELHOR! Para mim só deveria retornar ao CONGRESSO NACIONAL 20 % dos que estão lá hoje! Reflita, pesquise, questione e mude sua forma de VOTAR! Lembre-se! O BRASIL ESTÁ EM NOSSAS MÃOS! 2018 NELLES!!! Eduardo Vasconcelos - Blogueiro - Radialista - Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN e Ativista.

A coragem de Dallagnol está no escândalo de corrupção que ele escolheu comentar: Globo ou Alerj? Por Kiko Nogueira

Dallagnol
Por
 Kiko Nogueira
Finalmente!
Demorou alguns dias, mas Deltan Dallagnol, o procurador longilíneo, de bochechas rosadas, cabelo bem aparado e óculos de aro fino — na imortal definição da sua antiga agência de palestras –, manifestou-se sobre o caso de corrupção que anda nas cabeças, nos becos e nas bocas.
Na terça, o empresário argentino Alejandro Burzaco, uma das testemunhas do julgamento de ex-dirigentes de futebol acusados no escândalo da Fifa, afirmou que a Globo pagou propina para assegurar direitos de transmissão de partidas.
Bomba!
Dallagnol, do alto de sua indignação evangélica, dos andares mais altos de sua retidão moral, bradou um basta! Seu amigo Carlos Fernando dos Santos Lima, mais uma vez, replicou o depoimento.
Ambos mostraram que, afinal, a Lava Jato não é partidária, a Globo não é parceira e cúmplice do MP e a acusação de que eles são demagogos é profundamente injusta.
Mentira.
Dallagnol foi ao Facebook para deitar falação a respeito da votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que libertou Picciani e mais dois deputados.
“Não desista do Brasil”, diz ele. “Nós não podemos nos anestesiar”, continua, num texto pedestre e cheio de platitudes.
Eis a especialidade do amigo da Cássia Kiss: servir misto quente de falso moralismo às massas. Bater em cachorro morto. Enganar trouxa. Entrar em partida ganha.
Era pedir demais que desse seus pitacos sobre o caso da Globo? Claro que sim.
Dallagnol é um meme de internet. Uma versão da Gretchen de banho tomado.
Populismo judiciário. A gente vê por aqui.
Não desista do Brasil. Hoje os políticos mostraram do que são capazes. Não me refiro às provas consistentes da prática de corrupção por líderes políticos do Rio de Janeiro. Eu me refiro à conduta dos demais. Os deputados da Assembleia do Rio deveriam ser os primeiros a endossar a atuação da Justiça e apurar a responsabilidade de seus líderes, mas o comportamento foi o oposto. Isso tem que indignar Você.
Nós não podemos nos anestesiar, mas sim dar vazão à nossa indignação, de modo pacífico e democrático, por meio da participação popular. Se Você não se envolver, eles ocuparão o seu espaço. Se hoje os políticos mostraram do que são capazes, em 2018 a sociedade brasileira precisa mostrar do que é capaz, nas urnas, agindo de modo organizado para eleger apenas políticos com ficha limpa, que expressem compromisso com a democracia e que apoiem propostas anticorrupção, com palavras, votos e atitudes.
Há entidades respeitadas da sociedade civil trabalhando nesse sentido. Não esqueça do que aconteceu hoje e se una a elas em 2018, o ano que representa a grande chance brasileira contra a corrupção.
O que aconteceu no Rio de Janeiro hoje é uma amostra do que pode acontecer em Brasília e com a #LavaJato se em 2018 não virarmos o jogo contra a corrupção. Quando a punição bater na porta dos grandes líderes corruptos, eles perderão a vergonha de salvar a própria pele. A única solução é por meio da democracia e de uma política mais íntegra, e isso depende de Você.
Fonte: DCM (Diário do Centro do Mundo)

ÁUDIO: “Nós temos que fazer a reforma da Previdência porque nós vamos viver 140 anos”, diz Temer

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sábado, 18 de novembro de 2017

Brasileiro gosta do Estado!

E viva as cotas raciais, Kamel!

Pesquisa sugere baixa adesão de brasileiros a teses conservadoras

Uma pesquisa recém-concluída pelo instituto Ideia Big Data sobre temas comportamentais e econômicos sugere, conforme os formuladores do levantamento, que as posições dos brasileiros são bem menos conservadoras do que tem aparecido nas análises políticas, nos discursos de parlamentares e em manifestações em redes sociais. 

O estudo mostrou, entre outras coisas, que há forte apoio dos brasileiros à atuação do Estado para garantir igualdade de oportunidades, proteção aos mais pobres, aposentadoria aos mais velhos e crescimento econômico do país. 

São majoritários também o apoio a cotas raciais em universidades públicas e a defesa de direitos de homossexuais. A formulação segundo a qual os direitos humanos "devem valer para todos, incluindo bandidos", supera com folga o entendimento de que deveria ser algo seletivo. E uma ampla maioria manifesta rejeição à ideia de punição criminal às mulheres que fazem aborto. 

Reprodução: Valor

(...) Para chegar a essas conclusões o Ideia Big Data ouviu 3 mil pessoas em todo o país entre os dias 1º e 10 de novembro. A pesquisa foi feita face a face e tem margem de erro de 2,5 pontos para mais ou para menos. 

O levantamento foi encomendado pelo chamado Movimento Agora!, um grupo criado há um ano para, segundo a própria definição, "impactar a agenda pública e a ação política" no país. Segundo o CEO do instituto, Maurício Moura, o estudo foi financiado pela própria empresa de pesquisa em colaboração com o Movimento Agora!. 

Composto por aproximadamente 90 pessoas, o Agora! reúne pesquisadores, empresários, ativistas, economistas, ongueiros, profissionais liberais e até um indígena entre os seus cofundadores e membros. (...) Cotado como possível candidato à Presidência da República em 2018, o apresentador de TV Luciano Huck (sem partido) é apresentado na mesma lista como "membro" do Agora!. (...)

No CAf

Com Contexto Livre

Assessor que trabalhou com irmão de Geddel irá entregar esquema de Temer e Geddel


BRASÍLIA — O ex-assessor parlamentar Job Robeiro Brandão, que está em prisão domiciliar, procurou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para tentar firmar um acordo de delação premiada. Brandão chegou a ser preso em setembro após a Polícia Federal encontrar suas digitais no apartamento em que o ex-ministro Geddel Vieira Lima, detido na mesma operação, guardava R$ 51 milhões, em Salvador.

Por meio de advogados, ele fez uma oferta para falar tudo que sabe envolvendo o “bunker” do ex-ministro, como ficou conhecido o apartamento na capital baiana. Os investigadores afirmaram que têm interesse em um eventual acordo, mas que para isso Job Brandão precisa apresentar provas do que relatará. Até o momento, porém, nenhuma documentação sobre o caso chegou à PGR.

Brandão, que trabalhou no gabinete do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, disse em depoimento à PF que recebia dinheiro do ex-ministro para contar na casa da mãe dele.

À PF, o ex-assessor disse que as quantias variavam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil e que não sabia de onde vinham as cédulas e nem para onde iam depois.

Fonte: Extra Globo

Eduardo Cunha insiste para ficar em Brasília e Justiça volta a negar

Cunha
Por Robson Pires
O ex-deputado Eduardo Cunha, condenado a 15 anos e 4 meses na Lava Jato, viu mais um de seus pedidos para permanecer preso na capital federal negado, desta vez, pelo juiz federal substituto da 10ª Vara, Ricardo Augusto Soares Leite, nesta sexta-feira, 17. Ele está preso desde 15 setembro no Departamento de Polícia Especializada (DPE), da Polícia Civil, em Brasília.
A transferência para a capital federal foi autorizada pelo juiz Sérgio Moro para que Cunha fosse interrogado na ação penal da operação Sépsis. O ex-deputado é réu na ação penal por desvios na Caixa Econômica Federal. O retorno à Curitiba está previsto para a próxima segunda-feira, 20.
Desde que chegou a Brasília, Cunha impetrou diversos recursos para permanecer definitivamente na capital federal. No entanto, os pedidos foram negados tanto pelo juiz federal Sérgio Moro quanto por Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara Federal em Brasília.

Submarino argentino com 44 tripulantes está desaparecido no mar


O Chile, os Estados Unidos e o Reino Unido ofereceram ajuda à Argentina, nesta sexta-feira (17), na busca do submarino militar San Juan. A embarcação, com 44 tripulantes a bordo, perdeu contato com a terra na quarta-feira (15).
O submarino partiu de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, rumo a Mar del Plata, a 400 quilômetros da capital, Buenos Aires. O porta-voz da Marinha argentina, Enrique Balbi, disse que não ha indícios de que a embarcação tenha afundado. Segundo o porta-voz, pode ter havido falha nos sistemas de comunicação ou propulsão.
Robson Pires

Pessoas mais pobres pagam mais impostos e sofrem com inflação maior

Por Robson Pires
Em nota técnica o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresentou uma metodologia de cálculo para índices de inflação por faixa de renda e os resultados mostraram que nos últimos 12 meses, encerrados em outubro, a inflação das famílias de baixa renda foi de 2%, bem abaixo do segmento mais rico em 3,5%. O estudo considerou uma renda mensal muito baixa — as famílias que ganham menos de R$ 900 — e as de alta renda, as que ganham mais que R$ 9 mil.
Mas esta é apenas uma parte da história, quando ampliamos o horizonte de análise a inflação acumulada dos mais pobres foi bem superior a dos ricos e mesmo considerando a inflação oficial, o IPCA. De junho de 2006 a setembro de 2017, a inflação acumulada das famílias de baixa renda foi de 102,2%, enquanto que dos mais ricos 86,3%, patamar inferior ao IPCA que atingiu 89,6% no período. A inflação de preços significa a perda de poder aquisitivo, a pessoa precisa cada vez mais de dinheiro para comprar as mesmas coisas.

Centro Potiguar de Cultura reúne lideranças culturais para debater a Consciência Negra.

Mesa oficial do 8º Encontro Estadual da Consciência Negra: da esquerda para a direita: Afrânio Patrício: Coordenador da Casa de Cultura de Nova Cruz, professora Gabriela Maurício da cidade de Várzea, Ademir Eduardo - Secretário Municipal de Cultura de Campo Redondo, Eduardo Vasconcelos - Presidente do CPC/RN, professor Márcio Dadox - Diretor Geral do IFRN - Nova Cruz e o estudante Olíver - representante do Grêmio Estudantil "Nilo Peçanha" - IFRN - Nova Cruz.
Dezenas de representantes dos municípios de Nova Cruz, Campo Redondo, Várzea e Espírito Santo, das regiões Trairi e Agreste debateram a Consciência Negra e os diversos tipos de preconceitos, no 8º ENCONTRO ESTADUAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, promovido pelo Centro Potiguar de Cultura –CPC/RN, com sede em Nova Cruz,  que aconteceu no auditório do IFRN – Campus de Nova Cruz. Na oportunidade as lideranças culturais assistiram a uma apresentação do grupo “ARTE BOLARE” formado por alunos da Escola Estadual Rosa Pignataro de Nova Cruz, coordenados pelos professores Francinaldo Soares e Lene Rosa, em sua abertura. Em seguida um lindo vídeo com uma poesia de Cordel abordou o tema RESPEITO E NÃO PRECONCEITO

O Presidente do Centro Potiguar de Cultura, Eduardo Vasconcelos formou a Mesa de Honra, acompanhado do Diretor do IFRN – Campus de Nova Cruz, Professor Márcio Dadox, pelo membro do Grêmio Estudantil “Nilo Peçanha”, o estudante Óliver, pelo Secretário de Cultura do município de Campo Redondo, Ademir Eduardo e pela Professora Gabriela Maurício, ex- secretária de Cultura de Várzea. Todos levaram suas palavras enaltecendo o evento e a importância de sempre vislumbrar o debate sobre a Consciência Negra em nosso estado.




Logo em seguida, todos os participantes iniciaram os debates sobre Consciencia Negra, que contou com a presença do Pe. Aerton da Paróquia de Nova Cruz e que culminou no período da tarde com vários encaminhamentos, dentre os quais, destacam-se: a escolha dos municípios de Campo Redondo e de Parelhas  para sediarem dois grandes encontros no primeiro semestre de 2018; o envio da moção de agradecimento aos chefes dos executivos dos municípios de Espírito Santo e de Campo Redondo pelo apoio que permitiu as presenças dos agentes culturais ao evento e envio de nota de repúdio às Prefeituras que se comprometeram com o evento e não deram condições aos seus participantes de estarem presentes. Outro encaminhamento será o envio de vários documentos de apoio à Lei n. 296/2015, que visa tornar a data de 20 de novembro – dia da consciência negra, como feriado nacional, para os E-mails dos deputados federais da bancada potiguar, uma vez que a votação da matéria será no plenário da casa na próxima semana.

Participação do Padre Aerton
Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO



Momento de oração com o Padre Aerton - Paróquia de Nova Cruz

Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO

Roda de conversa bastante proveitosa - CONSCIÊNCIA NEGRA E O DIA 20 DE NOVEMBRO
Ao final os participantes prestigiaram a apresentação do grupo RAIZES DO AGRESTE, formado por senhores e senhoras da cidade de Espírito Santo.



Foto: Momento contagiante

Obs. O Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN, Eduardo Vasconcelos na abertura do evento repudiou a atitude de alguns prefeitos, que de última não enviaram suas delegações, delegações essas que já estavam todas ciente de suas participações, mas por falta de compromisso e sem nenhum respeito pela entidade e muito menos pelos seus munícipes. Demostra o descaso com a CULTURA local, regional e nacional. Eduardo Vasconcelos.

(Fotos Teobanio)