SOU FORTE, SOU GUERREIRO, SOU BRASILEIRO!

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Enquanto Houver Razões Eu Não Vou Desistir

domingo, 20 de agosto de 2017

BREVEMENTE EM NOVA CRUZ/RN A INAUGURAÇÃO DA GALERIA SOARES E POUSADA CANTEIRO DA MATRIZ, LEIAM A MATÉRIA COMPLETA!


Brevemente NOVA CRUZ estará ganhando empreendimento que faltava na cidade e região agresteira, trata-se da GALERIA SOARES e POUSADA CANTEIRO DA MATRIZ,   localizados na Rua Dr. Pedro Velho N/ 198 Centro de Nova Cruz, Rio Grande do Norte ( ao lado da Matriz), Você comerciante, que quer expandir sua filia ou mesmo aquele que pensa em abir um novo negócio, mexa-se e não perca tempo,  faça já a sua reserva! pelos telefones: (084) 991308570 ou pelo WHATSSAP: (013)991255-446 . Empreendimento JOSÉ CLAUDIO e FAMÍLIA

Postura do PMDB com Kátia Abreu e Requião mancha sua tradição plural

Kátia Abreu e Requião
O grupo de Temer não quer abrigar as opiniões contrárias de Kátia Abreu e Requião
Marcelo Camargo / Agência Brasil e Lula Marques / AGPT
Com abertura de processos que podem excluir os senadores, o partido dá as costas a seu passado heterogêneo forjado na ditadura.
A história do Movimento Democrático Brasileiro é cercada de contradições, a começar pela própria criação do partido, surgido do ato institucional da ditadura civil-militar que estabeleceu o sistema bipartidário em 1965.
Ao reunir toda a oposição parlamentar aos militares, a legenda acabou por abrigar em seus quadros uma variedade de tendências ideológicas, do liberalismo conservador à social-democracia. Embora imposta à força, a convivência com a alteridade sempre foi uma marca do MDB. 
Se os anos de repressão impunham paradoxos à legenda, a atual condição do partido alojado no poder é ainda mais contraditória. Em termos formais, a legenda diz querer reconectar-se a seu passado heterogêneo: quer tirar o "p" da sigla para eliminar, segundo o senador Romero Jucá, "o ultimo resquício de ditadura dentro do PMDB". A letra inicial, lembra ele, foi colocada à frente da sigla por determinação da Lei Orgânica dos Partidos, aprovada no início do governo do general João Figueiredo.
Com "p" ou não à frente, o PMDB vive, porém, o período mais autoritário de sua história. Não apenas por ter rompido a ordem democrática para chegar ao poder e buscar proteção contra as investigações de corrupção, mas também por rejeitar a diversidade em seus quadros, agora restritos a reproduzirem o discurso único de Michel Temer e seu grupo.
Leia Mais:


Na quarta-feira 16, os senadores peemedebistas Roberto Requião e Kátia Abreu foram alvos de processos da Comissão de Ética do partido. A senadora, uma crítica contumaz da deposição de Dilma Rousseff e do atual governo, teve sua expulsão recomendada pela comissão e foi suspensa temporariamente de suas atividades partidárias.
Adversário de Temer e suas reformas, Requião também é alvo de pedido de exclusão. Em seu caso, o partido decidiu dar prosseguimento ao processo e designou um relator para o caso.
Idealizado pelo próprio Jucá, o plano para excluir a dupla vem sendo gestado há algum tempo. Em julho, a mídia já relatava sua estratégia para expulsar os senadores. A proximidade de Kátia Abreu com Dilma facilitou o convencimento de seus correligionários. No caso de Requião, ele afirmava nos bastidores buscar uma "barriga de aluguel", ou seja, encontrar quadros dispostos a encampar o processo contra o senador, filiado ao PMDB desde a década de 1980.
Enquanto Kátia Abreu já apresentou sua defesa, Requião preferiu contra-atacar: pediu a expulsão de Eduardo Cunha, preso em Curitiba, e o afastamento de Jucá até a apuração das denúncias que pesam contra o líder do governo no Senado.
Em vídeo (assista abaixo), o senador defendeu sua trajetória à frente do partido: "Ninguém mais do que eu defende o velho MDB". Se depender de Jucá e do grupo de Temer, Requião e Kátia Abreu não terão vez no "novo” MDB.
Fonte: CARTA CAPITAL

Noves fora, zero zero zero

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Lula está disposto a tudo para ser candidato – e, ao menos por algum tempo, livrar-se de Curitiba. E, para mostrar a seus adeptos que fora ele não há salvação, admitiu na Bahia a possibilidade de ser impedido de disputar a Presidência (é a primeira vez que fala em público sobre esta hipótese).
Seu substituto, disse a Mário Kertesz, da Rádio Metrópole, seria escolhido entre os governadores Fernando Pimentel (Minas), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), e o ex-governador baiano Jaques Wagner. Fernando Haddad, que tenta viabilizar-se como candidato, não é citado: claro, perdeu a reeleição por ampla margem, e no primeiro turno.
Nas palavras de Lula, “o golpe (o impeachment de Dilma) não fecha” se ele não for judicialmente impedido de se candidatar. O risco é alto: Lula já foi condenado em primeira instância, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a nove anos e meio de prisão, e se seu recurso for recusado pelo Tribunal Regional Federal cai na Lei da Ficha Limpa.
O problema é que, apesar da alta rejeição (que dificultaria sua vitória no segundo turno), ele é o primeiro colocado nas pesquisas. Os nomes que sugere como substitutos nem foram lembrados pelos pesquisadores. E, depois de Dilma e Haddad, a era dos postes, que só existiam por seu apoio, parece ter chegado ao fim.
Robson Pires

Exame psiquiátrico para tirar Trump do governo

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A congressista democrata Zoe Loefgren apresentou nesta sexta-feira (18) ao Congresso dos Estados Unidos uma resolução que, se aprovada, pode obrigar o presidente norte-americano Donald Trump a passar por um exame médico e psiquiátrico, informou o The Mercury News.
Em sua proposta, a parlamentar diz que é necessário saber se Trump está capacitado para seguir no comando dos EUA. Se isto não for atestado, o vice-presidente do país, Mike Pence, e os demais membros do gabinete de Trump poderiam evocar a Emenda 25 da Constituição do país, que prevê a saída de presidentes por “incapacidade”.
Robson Pires

A bola é de Cármen e não dos marajás o Judiciário

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Depois de faturar R$ 504 mil reais no seu contracheque, o juiz Mirko Giannotte da 6ª Vara da cidade de Sinop (MT), desprezou as críticas e afirmou:
“Eu não estou nem aí. Estou dentro da lei.”
Tudo indica que ele tem razão.
Faturou o que faturou, por conta de decisões referendadas pelo Conselho Nacional de Justiça, presidido pela ministra Cármen Lúcia.
A bola está com ela, e não com Giannotte ou com os demais marajás do Judiciário.
Fonte: Robson Pires

sábado, 19 de agosto de 2017

A resposta de Dilma aos ataques de Veja

Foto: Jose Cruz/ Agência Brasil

Jornal GGN -
 "Depois de 36 anos, 10 meses e 21 dias de serviços prestados – comprovados documentalmente – aos 68 anos de idade, Dilma Rousseff se aposentou com vencimentos pouco acima de R$ 5 mil — o teto do INSS. Ela nada recebe como ex-presidenta da República ou anistiada política. O benefício segue os rigores da lei. Tampouco se valeu de subterfúgios para o recebimento de valores indevidos ou excessivos, como ocorre com Michel Temer e ministros do governo golpista", disse em nota a assessoria da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
A manifestação é sobre reportagem supostamente exclusiva da revista Veja, de que uma sindicância do governo "constatou que petista furou a fila do INSS com ajuda de servidores e obteve benefício sem ter a documentação necessária na ocasião". Em resposta, a assessoria narra que além de ter sido presa pela ditadura no início dos anos 70, Dilma foi obrigada a se afastar de seu trabalho na Fundação de Economia e Estatística, desde 1977, por "integrar a chamada lista do General Frota". "Só no final dos anos 1980, foi anistiada".
 
"Por isso, Dilma Rousseff pleiteou para a sua aposentadoria o reconhecimento pelo INSS do período de anistia de aproximadamente dez anos. O governo golpista negou-lhe os efeitos da anistia com o evidente objetivo de prejudicá-la. Alegou que tentava fraudar a previdência, procurando se aposentar antes da hora. A ação foi frustrada porque Dilma Rousseff havia trabalhado por todo esse período e podia facilmente comprová-lo. Como o fez", seguiu.
Leia a íntegra da nota de resposta de Dilma Rousseff sobre suposta "aposentadoria irregular":
 
A propósito da matéria “Investigação confirma aposentadoria irregular de Dilma”, veiculada por Veja a partir de sexta-feira, 18, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:
Veja volta a executar o velho Jornalismo de Guerra ao dar ares de escândalo à aposentadoria da presidenta eleita Dilma Rousseff. O escândalo está na perseguição que a revista promove e não na aposentadoria em si.
Depois de 36 anos, 10 meses e 21 dias de serviços prestados – comprovados documentalmente – aos 68 anos de idade, Dilma Rousseff se aposentou com vencimentos pouco acima de R$ 5 mil — o teto do INSS. Ela nada recebe como ex-presidenta da República ou anistiada política. O benefício segue os rigores da lei. Tampouco se valeu de subterfúgios para o recebimento de valores indevidos ou excessivos, como ocorre com Michel Temer e ministros do governo golpista.
Afastada da Presidência pelo golpe construído a partir do impeachment fraudulento, Dilma Rousseff recebeu em agosto de 2016 seu primeiro benefício como aposentada.
Inicialmente, o governo golpista se recusara a reconhecer o tempo de serviço dela, com base nos efeitos da anistia. É que, além de ter sido encarcerada pela ditadura no início de 1970, Dilma Rousseff foi obrigada, a partir de 1977, a se afastar de seu trabalho, na Fundação de Economia e Estatística, por integrar a chamada lista do General Frota.  Só no final dos anos 1980, foi anistiada.
Por isso, Dilma Rousseff pleiteou para a sua aposentadoria o reconhecimento pelo INSS do período de anistia de aproximadamente dez anos. O governo golpista negou-lhe os efeitos da anistia com o evidente objetivo de prejudicá-la. Alegou que tentava fraudar a previdência, procurando se aposentar antes da hora. A ação foi frustrada porque Dilma Rousseff havia trabalhado por todo esse período e podia facilmente comprová-lo. Como o fez.
Na sequência, o INSS apontou que uma anotação equivocada por parte de uma funcionária — sem interferência da presidenta eleita —, ensejou a concessão do benefício em agosto e não em setembro, como seria o correto. A própria autarquia avaliou, no entanto, que não houve má-fé por parte da servidora.
A defesa da presidenta eleita — a cargo dos advogados Bruno Espiñera Lemos e Victor Minervino Quintiere — deixou claro que não era possível exigir de Dilma Rousseff que soubesse tratar-se de equívoco por parte do sistema do INSS. Isso porque o procedimento passou pelos devidos trâmites regimentais.
Dilma Rousseff está recorrendo da devolução. A jurisprudência dos tribunais superiores considera incabível a cobrança pelo erário dos valores recebidos de boa-fé. Ela vê na atitude do governo golpista uma clara tentativa de prejudicar funcionários de carreira criando uma “falsa denúncia” para punição abusiva.
A sindicância mencionada por Veja reforça a tese da defesa da ex-presidente de que não houve “intenção clara dos investigados em beneficiar Dilma Rousseff”.
Veja dá cores de denúncia ao que é sanha de um governo usurpador, tomado pelo objetivo de perseguição política e de diversionismo dos escândalos de corrupção do grupo no poder. Devia era explicar as aposentadorias precoces do presidente ilegítimo e de seus associados.
A revista também não cumpre a exigência fundamental do jornalismo isento, ao deixar de procurar a defesa da ex-presidente ou sua assessoria de imprensa. Não há desculpas ou explicações que justifiquem a parcialidade e o proselitismo político da revista.
Esse é o retrato dos nossos tempos, em que a democracia se mantém sufocada pelos interesses inconfessáveis de uma elite insensível ao bem-estar da população e ao respeito dos direitos democráticos, como a liberdade de imprensa.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

FHC incluiu termo polêmico em peça do PSDB na TV

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é o autor da inclusão do termo “presidencialismo de cooptação” usado no programa do PSD que causou o mais novo capítulo do racha no partido.
Indagado pela Folha, o tucano disse que viu o roteiro antes da gravação e fez “uma correção”. “Como havia uma crítica ao presidencialismo de coalizão, eu corrigi, dizendo que a crítica deveria ser ao ‘presidencialismo de cooptação'”, afirmou.
“Qual é a diferença? É que, neste último, dá-se uma relação com pessoas, mediada por nomeações e interesses pessoais, chegando aos financeiros”, explicou.
“O outro [presidencialismo de coalizão] supõe uma convergência de pontos programáticos em consequência de apoio aos quais se abrem espaços no governo.”
A corruptela incomodou tucanos e também políticos que viram na crítica ao sistema político mais uma deixa para pedirem cargos que hoje estão com o PSDB.
A peça de dez minutos foi ao ar na quinta-feira (17) em rádio e televisão e imediatamente agravou a crise interna no partido.
Ao fazer uma autocrítica e dizer que o PSDB errou ao deixar de lado suas origens e “ceder” ao fisiologismo, o vídeo despertou reação de três dos quatro ministros tucanos no governo de Michel Temer.
Robson Pires

Gilmar Mendes manda soltar 'parente' preso por corrupção e confi

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Da RBA
Gilmar Mendes manda soltar 'parente' preso por corrupção e confirma suspeição do MPF
Jacob Barata Filho, "rei dos ônibus" do Rio de Janeiro e de quem o ministro foi padrinho de casamento da filha, foi preso em julho. Apesar de habeas corpus, empresário segue na cadeia   por Helena Sthephanowitz publicado 18/08/2017 12h25, última modificação 18/08/2017 12h30  REPRODUÇÃO 
Filha de empresário preso por corrupção e evasão de divisas foi apadrinhada pelo ministro Gilmar Mendes, que expediu habeas corpus em seu favor
Um casamento realizado em 2013, com festança de luxo, entre herdeiros de milionários donos de empresas de ônibus, em plena temporada de protestos pela má qualidade do serviço e pela tarifa cara voltou a ser notícia na imprensa na tarde dessa quinta feira (17).
A cerimônia que uniu Beatriz Barata e Francisco Feitosa Filho custou estimados R$ 3 milhões e foi comparado ao famoso “baile da ilha fiscal”, por conta da exibição explícita de luxo e riqueza. Mas o que chamou mesmo a atenção foi a presença do casal Gilmar Mendes e sua mulher, Guiomar, como padrinhos da noiva.  Explica-se: Beatriz é filha de Jacob Barata Filho, o "rei dos ônibus" do Rio, onde a família é dona de 16 empresas de ônibus e detém 450 coletivos que circulam na cidade.
Pois Barata Filho foi preso pela Operação Ponto Final em junho passado, quando embarcava para Portugal apenas com passagem de ida. Acusado pela Polícia Federal e pelo Juiz Marcelo Bretas de fazer parte de um esquema que envolve empresas de ônibus e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).
A Operação Ponto Final rastreou o pagamento de propinas a políticos e agentes públicos entre 2010 e 2016. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os pagamentos seguiam esquema similar ao utilizado pelas empreiteiras revelado nas operações Calicute e Eficiência, e podem chegar a mais de um bilhão de reais, se incluídas outras pessoas que não são agentes públicos. O caso envolve também o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) que concedeu desconto de IPVA às empresas de ônibus num processo administrativo que tramitou por apenas um dia no Estado. De acordo com o MPF, só para Cabral, preso desde novembro, foram destinados R$ 300 milhões. Quase três meses se passaram desde a prisão do "empresário" e o caso ainda está em análise na PGR.
Mas nesta quinta-feira (17) Gilmar Mendes concedeu habeas corpus não só para o "rei do ônibus" como também a Lélis Teixeira, presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), envolvido no mesmo processo. 
Os presos, porém, nem tiveram tempo de comemorar a liberdade "presenteada" por Gilmar Mendes. Pouco tempo depois de proferir a decisão pela soltura da dupla, o juiz Marcelo Bretas determinou novamente as prisões de ambos: Lélis Teixeira, acusado de corrupção entre sistema de ônibus do Rio e políticos e Barata Filho, pelo crime de evasão de divisas.
O caso chama atenção não só pelo ineditismo, mas principalmente porque é mais um episódio a levantar suspeitas em torno da figura de Gilmar Mendes. O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro não queria que o ministro atuasse nesse caso. No dia 25 de julho, duas semanas após Barata Filho ser preso, o MPF pediu que Rodrigo Janot defendesse a suspeição de Gilmar Mendes no processo contra Jacob Barata Filho.
No documento, enviado à Janot, o MPF anexou links de reportagens de sites de jornais que mostravam fotos do ministro ao lado de Beatriz Barata durante a cerimônia de seu casamento. O MPF também lembrou que um dos advogados de Barata Filho é também advogado de Gilmar, em uma ação movida pelo ministro em 2014. 
E tem mais: Beatriz, casou-se com Francisco Feitosa Filho. O pai, de Feitosa Filho é Francisco Feitosa de Albuquerque Lima, o Chiquinho Feitosa, por sua vez chamado de "barão do ônibus" do Ceará. Chiquinho Feitosa, ex-deputado federal pelo DEM e presidente do DEM cearense é nada menos que irmão de Guiomar Feitosa de Albuquerque Lima Mendes, esposa de Gilmar Mendes.
Guiomar é advogada do escritório Sérgio Bermudes, que tem como cliente a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), cujo presidente, Lélis Teixeira, quase foi solto pelo marido, Gilmar.
Chiquinho Feitosa, cunhado do ministro do STF, também é presidente da Federação das Empresas de Transportes Rodoviários dos Estados do Ceará, Piauí e Maranhão e do Sest/Senat. Além de ser dono da empresa Vega, concessionária de linhas de ônibus em Fortaleza, também é dono de uma das maiores empresa de ônibus de Portugal, a Vimeca, que opera na região da Grande Lisboa. Coincidentemente, era justamente para Portugal que Jacob Barata Filho estava fugindo quando foi preso, levando dólares e euros acima do máximo permitido, ou seja, cometendo o crime de evasão de divisas.
O episódio deve voltar a acirrar os ânimos dos muitos que desejam o impedimento de Gilmar Mendes como ministro do STF. A conferir.
C/ http://jornalggn.com.br/comment/1131487#comment-1131487

Cenas que gostaríamos de ver

Fonte: http://tudo-em-cima.blogspot.com.br

LULA COLHE O QUE PLANTOU. EXTREMA DIREITA TAMBÉM



A gigantesca onda de solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia, captada pelas lentes de Ricardo Stuckert, é a prova de que a direita brasileira poderá provocar uma convulsão social se insistir em usar o Poder Judiciário para provocar o desterro político do maior líder popular da história do País; Lula foi cercado, agarrado e idolatrado antes de chegar à cerimônia improvisada para que ele recebesse o título de doutor honoris causa que um juiz tentou lhe negar; "fiquei sabendo de uma história de uma menina que tirou o seu diploma, e, quando ela tirar o diploma de doutorado, esse será meu título", disse Lula; enquanto o ex-presidente colhe o que plantou pelo País, o mesmo acontece com os dois candidatos da extrema de direita: tanto João Doria quanto Jair Bolsonaro receberam ovadas em seus atos mais recentes de campanha

247 – Apontado como o melhor presidente da história do Brasil em todas as pesquisas já realizadas desde que deixou o cargo, o ex-presidente Lula demonstrou mais uma vez, nesta sexta-feira, como é gigantesco o carinho que recebe do povo brasileiro.

Em Cruz das Almas, na Bahia, mesmo impedido de receber um título de doutor honoris causa por um juiz que feriu a autonomia universitária, Lula foi ovacionado nas ruas e a liminar foi cassada pelo povo.

Ao lado do reitor Silvio Luiz Soglia, Lula falou sobre mais um entre inúmeros capítulos da perseguição judicial a que vem sendo submetido. "Muito me entristece não ter recebido meu título. Sou agradecido ao conselho universitário, mas fiquei sabendo de uma história de uma menina que tirou o seu diploma, e, quando ela tirar o diploma de doutorado, esse será meu título", disse. "Mas eu virei aqui pela quinta vez receber o meu título. Ou, se eu não puder, quem sabe vocês não vão para São Paulo me entregar", completou.

"Talvez tenha sido o único presidente que não teve diploma. Mas eu sou o que tem mais títulos de doutor honoris causa na história do Brasil. Eu nunca aceitei enquanto fui presidente porque eu queria saber se o título que foi dado era porque reconhecia meu trabalho ou porque estavam dando a um presidente".

Enquanto o ex-presidente colhe o que plantou pelo País, o mesmo tem acontecido com os dois candidatos da extrema de direita que se alimentam do ódio: tanto João Doria quanto Jair Bolsonaro receberam ovadas em seus atos mais recentes de campanha.

Fonte: Justiceira de Esquerda

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Três personalidades são agraciadas com título natalense de cidadania


Serginho Luiz da Força Sindical Nacional discursando na Sessão do Titulo Natalense de Cidadania

Serginho Luiz da Força Sindical Nacional discursando na Sessão do Titulo Natalense de Cidadania

 Presenças de líderes sindicais pertencentes a Força Sindical, entre eles Danilo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical de SP (direita).
 Presidente do SENALBA/RN, EDINALDO Fernandes GOMES e José SORIANO de Oliveira - Associação Nacional dos Aposentados/rn - FORÇA SINDICAL

Três personalidades tornaram-se hoje (18) novos cidadãos natalenses: o médico Jeancarlo Fernandes Cavalcante, o sindicalista Sérgio Luiz Leite e a psicóloga Cristina Hahn. A solenidade foi proposta pelo vereador Klaus Araújo (SD). A solenidade foi realizada no plenário da Câmara e contou com a participação do deputado estadual Kelps Lima, familiares dos homenageados, amigos e representantes de entidades ligadas aos três agraciados.

Cristina Hahn é uma brasiliense que está em Natal há 26 anos. Ela iniciou seu curso de Psicologia em Brasília e o concluiu na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A psicóloga diz que foi em Natal que sua vida se renovou e que a cada dia ela vive um novo aprendizado, seja com o povo, seus pacientes, os expectadores de suas palestras ou seus amigos e familiares. Cristina sempre seguiu os passos da psicanálise, linha teórica escolhida por ela para exercer sua profissão. Especializou-se na Psicologia Hospitalar e logo que se formou, implantou o Serviço de Psicologia em uma rede de saúde Home Care (Atendimento Domiciliar). "Só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade de eu renascer em Natal. Meus pacientes me fizeram compreender o real sentido da vida. É uma alegria e emoção estar e viver aqui e prossigo com o desejo de continuar a missão com a honra de agora ser cidadã natalense", disse a homenageada. A vereadora Júlia Arruda (PDT), que subscreveu a proposição, também esteve presente à solenidade.

O médico Jeancarlo Cavalcante é mossoroense  e  veio para Natal com 17 anos para estudar medicina na UFRN, graduando-se em 1994. Foi presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremern) e nesse período, no ano de 2013, chamou a atenção de todo o país divulgando em vídeo a situação precária do maior hospital do estado, o Walfredo Gurgel. Atualmente é vice-presidente do Cremern e presidente da Confemel - Confederação Médica Latino-Iberoamericana e do Caribe. "É um título que muito me honra e me comove pela simbologia que representa. Aqui construí minha carreira, minha família, minha vida. E hoje me encontro inexoravelmente vaidoso. É uma cidade que amamos e de muitos problemas, mas quem ama Natal fica para a luta, para torná-la uma cidade melhor. Só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade", disse o médico.

"Vocês ganharam um cidadão que vai e já leva o nome e as qualidades dessa cidade para onde vai, não apenas para o Brasil, mas para qualquer lugar do mundo por onde tem a oportunidade de conhecer", disse o sindicalista Sérgio Luiz ao ser agraciado com o título de cidadania. Ele é natural de Araras/SP especializado no setor químico técnico em açúcar e álcool, presidente da Federação dos Trabalhadores Químicos no Estado de São Paulo e 1º secretário da Força Sindical. Em sua atuação sindical, Serginho, como é conhecido, trouxe para Natal, cursos para capacitar os trabalhadores e mantém desde então essa ligação com a cidade e o com o estado. "Não conhecemos só Natal, mas também o Seridó, interior do estado, sempre dialogando com esse povo acolhedor, trabalhador, fato que vem alimentando nossa presença no estado e nessa cidade maravilhosa", destacou.

 Entrega do Titulo Natalense de Cidadania ao sindicalista da Força Sindical, Sérgio Luiz
  Vereador Klaus Araújo (SD).entrega o Titulo Cidadã Natalense ao Líder Sindical, Sergio Luiz
 Os agraciados com o Titulo Natalense de Cidadania: O sindicalista, Sergio Luiz, a psicologa, Cristina Hahn e o médico, Jeancarlo Cavalcante, entre o vereador Klaus Araújo e o Deputado Estadual Kelps Lima.
Sergio Luiz ao de sua esposa
 Sergio Luiz ao lado amigos sindicalistas da FORÇA SINDICAL
Da esquerda para direita: Danilo da Força Sindical/SP, José Antonio da Força Sindical/RN, Edinaldo Gomes presidente do SENALBA/RN ao lado agraciado, Sérgio Luiz

O vereador Klaus Araújo ressaltou a importância de homenagear personalidades concedendo-lhes naturalidade natalense, como forma de conquistar mais apoiadores para a cidade. "Sempre que agracio pessoas aqui em solenidade, levo em consideração o amor que essas pessoas têm por Natal e os três hoje homenageados têm a premissa desse amor pela cidade. O parlamento não deve apenas homenagear por amizade. Aqui são três pessoas que vão para fora e vão falar bem da cidade, vão representar nossa cidade por onde passarem. E que sejam embaixadores da cidade e atraiam mais gente de bem para fazer crescer nossa Natal", disse o propositor da solenidade.

Fonte: Câmara Municipal de Natal/RN
Texto: Cláudio Oliveira
Fotos: Eduardo Vasconcelos (Presidente do Centro Potiguar de Cultura - CPC/RN)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Urgente: Pare o Bolsa-Político Bilionário!

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Foto: Google
Queridos amigos e amigas,

Urgente! Hoje os aliados de Temer no Congresso querem aprovar uma “reforma” política para beneficiar os políticos poderosos e o pior, usando mais 3,6 bilhões de dinheiro público para criar um novo fundo eleitoral imenso! 

O sistema chamado de "Distritão" é usado em apenas 4 países nada democráticos: Afeganistão, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Vanuatu. Eles acham que estamos muito distraídos para protestar sobre esse Bolsa-Político Bilionário do Temer para os magnatas da corrupção. Estão enganados!

Assine agora e ajude a espalhar por aí o que eles estão tentando aprontar em Brasília: 


O Distritão tornará as campanhas políticas mais caras e só elegerá políticos muito ricos ou muito famosos. Isso acaba com nosso sonho de renovar o Congresso em 2018. 

Além disso, ele exclui ainda mais as mulheres da política. Como ele favorece a manutenção das velhas caras, permaneceríamos com um Congresso em que só 10% são mulheres!

Reformas políticas no Brasil são necessárias e desejadas, mas o Distritão é uma falsa mudança! Ele, na verdade, garante a manutenção das mesmas figuras no poder. E nós não queremos ver os cúmplices da corrupção eleitos novamente em 2018! 

Se conseguirmos muitas assinaturas, a Avaaz fará todo tipo de ação para impedir mais esse retrocesso: anúncios nas rádios, jornais e no facebook, ligações para os deputados, manifestações nas ruas e muita, muita pressão de nossa comunidade. Não podemos ficar parados: 


Nós sabemos que a luta pela mudança política é longa e árdua -- mas já tivemos grandes vitórias: desde a aprovação da lei Ficha Limpa até nos livrarmos de Eduardo Cunha! Agora nosso desafio é barrar essa reforma absurda, nós somos uma comunidade poderosa e que nunca deixa de lutar quando é necessário reagir e agir. 

Com força e determinação,

Laura, Joseph, Diego, Flora e todo o time da Avaaz.

MAIS INFORMAÇÕES: 

Comissão aprova distritão, que favorece reeleição, e inclui fundo de R$ 3,6 bi (O Globo)

A reforma que queremos (Nova Democracia)

Fundo de Campanha pode vir de novo imposto (G1)

O Distritão e a destruição da participação popular (Carta Capital)

Reforma política: entenda o 'distritão' (Carta Capital)

Quem ganha com o distritão e por que deputados querem aprová-lo (Huffpost Brasil)

Sindicato é pra Lutar vence as eleições da ADUERN. Rivânia Moura é a nova presidenta

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Rivânia Moura (centro) venceu a eleição para a escolha da nova diretoria que vai comandar o Associação dos Docentes da UERN, no biênio 2017-2019.
Com 215 votos de vantagem, a chapa SINDICATO É PRA LUTAR, encabeçada  pela professora Rivânia Moura venceu a eleição para a escolha da nova diretoria que vai comandar o Associação dos Docentes da UERN, no biênio 2017-2019.
Representantes das duas chapas acompanharam a apuração dos votos na sede da ADUERN, em Mossoró. Nos campi a apuração foi realizada simultaneamente e o resultado final foi comunicado oficialmente após 1h do início da contagem.
A participação da categoria no processo eleitoral foi considerada um sucesso pela comissão eleitoral, superando as expectativas iniciais. Dos 963 aptos a votar, foram contabilizados 705 votos válidos, o que corresponde a 74% do eleitorado.
A presidenta eleita da ADUERN Rivânia Moura comemorou a vitória e garantiu que os próximos dias serão de articulação. Em sua avaliação, Rivânia destacou que a história e o comprometimento com as lutas pesaram na escolha da categoria pela chapa SINDICATO É PRA LUTAR.
“A disputa foi muito saudável e envolveu a categoria. Vencer a eleição e com esta cotação expressiva nos dá mais responsabilidade ainda e mostra que a categoria sabe qual é a real função de um sindicato e quem tem trajetória nas lutas dentro e fora da universidade”, ressaltou Rivânia.
Confira o resultado da votação em cada Campus.
Sindicato é pra LutarUnidos pela ADUERN
ASSU3128
CAICO0810
NATAL5937
PAU DOS FERROS7803
PATU1903
MOSSORO263166
TOTAL458247
Fonte: ADUERN